13 dez 2018

Natal: Maligan projeta crescimento de 30% nas vendas de malas para vinhos

Produtos garantem o transporte seguro e simultâneo de até quinze garrafas

A Maligan (São Paulo, SP) projeta um crescimento de 30% nas vendas das suas malas para vinhos durante as semanas que antecedem o Natal. Localizada em São Paulo (SP), a empresa é pioneira na fabricação desses produtos no Brasil – de 2010 até hoje, forneceu mais de cinco mil unidades.

Com capacidade para o transporte de três até quinze garrafas, as malas para vinhos da Maligan garantem a movimentação segura dos rótulos mais exclusivos descobertos em viagens ao redor do mundo. São feitas de polietileno ou poliéster reforçado com fibras de vidro, ambos plásticos de engenharia presentes em peças de carros, barcos e aviões.

“A principal característica dos nossos produtos é a durabilidade. Foram projetados para resistir ao uso intensivo por décadas e, claro, às inevitáveis pancadas desferidas pelos responsáveis por manusear as bagagens nos aeroportos”, comenta Marcelo Sartore, diretor da Maligan.

De acordo com Sartore, a Maligan produz doze modelos de malas para vinhos, sendo que todos dispõem de separadores ajustáveis, o que permite acondicionar garrafas de diferentes tamanhos, além de taças. Também contam com revestimento de espuma de alta resistência e acabamento interno aveludado, enquanto as versões com maior capacidade de armazenamento são fornecidas com cantoneiras de metal e carrinho embutido.

“Ainda oferecemos vários tipos de customização, tanto das cores externas como das divisórias internas”, ele observa.

As malas para vinho da Maligan têm garantia de um ano, mais assistência técnica permanente e, a depender do problema, gratuita. Com preços de R$ 347,70 a R$ 2.151,75, podem ser adquiridas no site www.maligan.com.br.

 
Sobre a Maligan

Fundada em 1978, na cidade de São Paulo (SP), a Maligan é a maior fabricante brasileira de malas e cases especiais. Ao longo desse período, produziu mais de 100 mil malas para o transporte de equipamentos e ferramentas usadas nos setores hospitalar, industrial, comercial e de automação, entre outros. Além de fabricar dezenas de modelos de “prateleira”, a Maligan conta com um departamento dedicado exclusivamente ao desenvolvimento de produtos customizados.

Fonte: SLEA Comunicação

 

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04 dez 2018

Cursos Técnicos ALMACO 2019

A ALMACO busca oferecer aos seus associados e ao mercado novas soluções e oportunidades para fomentar o mercado de compósitos. O trabalho de divulgação que a ALMACO vem fazendo nos últimos anos tem como principais objetivos manter o nosso crescimento de forma sustentável e sempre criar novas oportunidades de negócios. Em alguns mercados, infelizmente, ainda persiste um forte desconhecimento sobre os materiais compósitos. Por isso, pretendemos levar cada vez mais conhecimento e fazer com que as nossas soluções e aplicações sejam discutidas e, sobretudo, especificadas nos mais variados projetos.Nos preocupamos com temas como sustentabilidade, reciclagem, disposição de resíduos, escassez de matéria-prima, qualificação de mão de obra e o desconhecimento dos órgãos especificadores e certificadores. Esta combinação de fatores pode prejudicar a nossa competitividade e comprometer a especificação em projetos importantes.

Confira no link abaixo o cronograma dos cursos ALMACO 2019.

http://www.almaco.org.br/cursos-tecnicos/

Inscrições abertas! Para mais informações entre em contato conosco através do telefone (11) 3719-0098 ou pelo e-mail: marketing@almaco.org.br

 

 

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03 dez 2018

Setor de compósitos registra segundo ano consecutivo de crescimento

Faturamento de 2018 deve fechar em R$ 2,697 bi, alta de 3,8% em comparação ao ano anterior

O setor de compósitos – um tipo de plástico de alta performance – deve fechar 2018 registrando um faturamento de R$ 2,697 bilhões, alta de 3,8% em comparação ao ano anterior. Estima-se que o consumo de matérias-primas no período alcance 202 mil toneladas, volume 3,1% maior do que o anotado em 2017. As projeções são da Maxiquim, consultoria contratada pela Associação Latino-Americana de Materiais Compósitos (ALMACO).

“O ano começou aquecido, mas sentimos uma diminuição dos negócios com o passar dos meses, principalmente no segundo trimestre. De toda a forma, apesar da intensa oscilação cambial e das turbulências políticas, teremos o segundo ano consecutivo de crescimento desde 2014”, resume Gilmar Lima, presidente da ALMACO.
As indústrias de transporte, com destaque para as montadoras de veículos agrícolas, e a de infraestrutura, com foco na expansão das redes elétricas – postes e cruzetas de compósitos são largamente utilizados nesse segmento –, seguiram respondendo pela maior parte da demanda. “Também ajudaram a ampliar em 5% o número de vagas de emprego geradas em 2018, totalizando 63 mil postos de trabalho”.

Para 2019, Lima confia na retomada dos demais setores que mais consomem os compósitos, principalmente o da construção civil, líder brasileira na demanda pelo material. “Com a estabilidade política e melhora do cenário econômico, a construção tende a ser uma das primeiras beneficiadas”, comenta.

Sobre a ALMACO

Fundada em 1981, a ALMACO tem como missão representar, promover e fortalecer o desenvolvimento sustentável do mercado de compósitos. Com administração central no Brasil e sedes regionais no Chile, Argentina e Colômbia, a ALMACO tem cerca de 400 associados (empresas, entidades e estudantes) e mantém, em conjunto com o Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT), o Centro de Tecnologia em Compósitos (CETECOM), o maior do gênero na América Latina.

Resultantes da combinação entre polímeros e reforços – por exemplo, fibras de vidro –, os compósitos são conhecidos pelos elevados índices de resistência mecânica e química, associados à liberdade de design. Há mais de 50 mil aplicações catalogadas em todo o mundo, de caixas d’água, tubos e pás eólicas a peças de barcos, ônibus, trens e aviões.

Para mais informações, acesse www.almaco.org.br

Fonte: SLEA Comunicação

 

 

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29 nov 2018

Tecniplas fornece equipamentos especiais para a Leagold

Colunas de eluição operam sob condições severas na planta baiana da mineradora

A Tecniplas forneceu duas colunas de eluição para a mineradora de origem canadense Leagold. Com fundo e tampo abaulados, trinta bocais cada e inteiramente de compósitos em PRFV (plástico reforçado com fibras de vidro), os equipamentos trabalham sob condições bastante severas na planta que a Leagold mantém em Santa Cruz (BA).

“Trata-se de um fornecimento complexo, para dizer o mínimo. Em operação, cada um dos quatro pés dos equipamentos tem que suportar dez toneladas. Internamente, são 3 kg de pressão e uma temperatura média de 65 ºC. Sem contar que as colunas devem atender às exigências da norma NR-13, referente a vasos de pressão”, comenta Luís Gustavo Rossi, diretor da Tecniplas.

Outro complicador é o fato de o fundo e o tampo serem abaulados, o que dificulta a laminação dos cilindros com as partes superior e inferior dos equipamentos. Com 3 m de diâmetro, 5,75 m de altura e capacidade para 35 m³, as colunas apresentam espessura elevada, característica necessária para resistir à alta pressão, e isso também influenciou diretamente na composição dos bocais.

“Foi preciso fazer muito estudo de cálculo para determinar a laminação adequada da etapa conhecida como ‘recomposição do laminado’, já que os cortes para a instalação de cada bocal implicam em descontinuidade do filamento de fibra de vidro, que, por norma, deve ser recomposto por meio da laminação manual”, detalha o diretor da Tecniplas.

Sobre a Tecniplas

Fundada em 1976, a Tecniplas é a maior fabricante brasileira de tanques e equipamentos especiais de compósitos em PRFV (plástico reforçado com fibras de vidro). Situada em Cabreúva (SP), onde mantém uma fábrica de 32 mil m², a Tecniplas atende os setores de álcool e açúcar, papel e celulose, cloro-soda, química e petroquímica, fertilizantes, alimentos e bebidas e saneamento básico. Para mais informações, acesse www.tecniplas.com.br

 

FONTE: SLEA COMUNICAÇÃO

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28 nov 2018

Ashland promove o lançamento oficial da resina Derakane™ Signia™ no Brasil

Nova versão da resina éster-vinílica conta com sistema de identificação e maior estabilidade de estocagem

No dia 08/11, em São Paulo (SP), a Ashland promoveu o lançamento oficial no Brasil da Derakane™ Signia™, nova versão da icônica família de resinas éster-vinílicas Derakane™ – há mais de cinquenta anos são sinônimo em todo o mundo de combate à corrosão.

O evento, realizado no Hotel Panamby, contou com a participação de cerca de 50 profissionais que atuam nos principais fabricantes de compósitos para alta corrosão, empresas especializadas no atendimento a segmentos como papel e celulose, álcool e açúcar e óleo e gás, entre outros.

Baseadas no mesmo polímero da versão anterior, ou seja, apresentam índices idênticos de resistência mecânica, química e térmica, as resinas Derakane™ Signia™ se diferenciam por apresentar baixa emissão de estireno, o que resulta em menos odor e melhores condições no ambiente de trabalho. Destaque também para o aprimoramento de processo – espumam menos, o que reduz a presença de espaços vazios –, bem como para a excelente adesão secundária, com mínima preparação da superfície.

“Somam-se a esses benefícios o sistema exclusivo de identificação presente na resina, que permite confirmar o seu uso em qualquer equipamento fabricado, e a estabilidade de estocagem ampliada em 50% na comparação com a versão anterior”, ressalta Alexandre Jorge, gerente de vendas e produtos da Ashland.

Além das apresentações de executivos da Ashland do Brasil, o evento de lançamento da Derakane™ Signia™ contou com palestras de Andrew Miller, diretor global para o setor de corrosão da companhia, e de Fernando Gonçalves, responsável pela área de Sell Side do Itaú – seu trabalho detalhou o cenário econômico brasileiro e as projeções para 2019.

Para mais informações, acesse www.ashland.com

 

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FONTE: SLEA COMUNICAÇÃO

 

 

 

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28 nov 2018

Ashland assina acordo definitivo de venda do negócio de Compósitos e da planta de BDO na Alemanha para a INEOS por US$ 1,1 bilhão

A Ashland Global Holdings anunciou no dia 15/11 que assinou um acordo definitivo de venda do negócio de Compósitos e da fábrica de butanediol (BDO) em Marl, Alemanha, para a INEOS Enterprises, em uma transação avaliada em US$ 1,1 bilhão. Espera-se que a operação seja concluída antes do final do segundo trimestre de 2019.

A unidade de Compósitos da Ashland é líder global em resinas de poliéster insaturado, resinas éster-vinílicas e gelcoats, enquanto a fábrica de BDO na Alemanha e os produtos comerciais relacionados incluídos no acordo fazem parte do segmento de Intermediários e Solventes (I&S) da Ashland. O negócio de compósitos e a planta de BDO combinam vendas de mais de US$ 1,1 bilhão por ano e têm cerca de 1.300 funcionários. A Ashland manterá a sua fábrica de BDO em Lima, Ohio, unidade voltada a suprir as necessidades internas da empresa.

“A área de Compósitos e a fábrica de Marl são negócios de destaque, com fortes posições no mercado e equipes de alto desempenho”, afirmou Bill Wulfsohn, presidente e CEO da Ashland. “Ao mesmo tempo, a venda é consistente com a visão da Ashland de se tornar a principal empresa de especialidades químicas. Com um portfólio de produtos mais simplificado e focado, margens aprimoradas e volatilidade reduzida de lucros, a Ashland estará melhor posicionada para oferecer crescimento sustentável aos acionistas. Nos últimos dois anos, tomamos medidas específicas para sustentar e aumentar o mix premium da Ashland, ao mesmo tempo em que melhoramos a nossa competitividade. Essas ações estão impulsionando um forte crescimento nos lucros, como é evidente em nossos resultados financeiros do ano fiscal de 2018”.

Companhia privada, a INEOS é uma das maiores fabricantes mundiais de produtos químicos e derivados de petróleo, com vendas anuais de US$ 60 bilhões e, aproximadamente, 20 mil funcionários. Sediada em Londres, opera 171 sites em 24 países.

“Acreditamos que o negócio de Compósitos da Ashland terá um grande potencial de crescimento sob a propriedade da INEOS, e estamos ansiosos para trabalhar com uma excelente equipe determinada a atender às necessidades de desenvolvimento de nossos clientes”, disse Ashley Reed, CEO da INEOS Enterprises.

O Citi está atuando como consultor financeiro da Ashland, e a Squire Patton Boggs LLP está atuando como consultora jurídica.

 

Para mais informações, acesse www.ashland.com.

 

FONTE: SLEA COMUNICAÇÃO

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23 nov 2018

COMUNICADO

Ontem, na sede da Associação Latino-Americana de Materiais Compósitos (ALMACO), em São Paulo (SP), foi eleita por unanimidade a nova chapa que dirigirá a entidade no biênio 2019-2021.

Erika Bernardino Aprá, que ocupou os cargos de gerente de marketing e gestora da associação ao longo dos últimos onze anos, assumiu a presidência. A escolha de uma executiva independente reforça o perfil cada vez mais profissional da entidade. Vale a pena ressaltar também que Erika é a primeira mulher a presidir a ALMACO, associação fundada em 1982.

Rodrigo Braga (Owens Corning) e Marcelo Aguiar (Tecnofibras) ocupam agora os cargos de 1º Vice-Presidente e 2º Vice-Presidente, respectivamente. O Conselho Gestor passa a ser formado por Luis Fernando Barbi (Texiglass), Antonio Cabral (Fiacbras), Arnaud Juchler (Saertex), Fábio Sanches (Ashland), Paulo Braga (CPIC), Andrios Souza (LORD), Juan Marquez (Novapol), Beto Iacovella (Redelease) e Jorge Braescher (Edra 4 Solutions), enquanto que Gilmar Auter (Abcol), Giuseppe Santachè (Purcom) e Roberto Pontifex (AkzoNobel) integram o Conselho Fiscal.

Disseminar conhecimento acerca dos materiais compósitos é o foco da nova gestão, estratégia baseada na realização maciça de cursos, workshops, jornadas técnicas e treinamentos in-company, entre outras atividades.

Destaque igualmente para o fortalecimento e a ampliação do número de comitês setoriais, visando à busca por novas oportunidades de negócios para todos os integrantes da cadeia produtiva dos compósitos.

A nova administração ainda atuará de maneira intensa como interlocutora entre os associados e os órgãos governamentais, com o intuito de atender, da forma mais abrangente possível, às demandas e pleitos que surgirem.

Entre as ações já definidas para 2019, ressaltamos a criação da Ilha da América Latina na JEC World, principal feira do setor de compósitos – de 12 a 14/03, em Paris. A ação tem como alvo recolocar as empresas da região no radar do mercado global.

Finalizamos agradecendo à administração anterior pelos anos de dedicação e trabalho voluntário.

Atenciosamente,

Presidência / Vice-Presidência / Conselho Gestor / Conselho Fiscal
Associação Latino-Americana de Materiais Compósitos (ALMACO)

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08 nov 2018

Redelease é a grande vencedora do Top of Mind 2018

Distribuidora conquistou quatro títulos e obteve o maior número de indicações da história do prêmio

A Redelease é a grande vencedora do Top of Mind da Indústria de Compósitos 2018. Referência na distribuição de produtos químicos, a empresa conquistou o primeiro lugar nas categorias “Distribuição”, “Desmoldante”, “Resina Epóxi” e “Indústria de Compósitos”. A cerimônia de premiação aconteceu na segunda-feira (05), no Rubaiyat Faria Lima, em São Paulo (SP).

Mais votada em seis edições na categoria “Distribuidor” e em sete na categoria “Desmoldante”, a empresa conquistou pela segunda vez os títulos de Top of Mind em “Resina Epóxi” e “Indústria de Compósitos”.

Ao todo, a Redelease ficou entre as três empresas mais lembradas em treze categorias, maior número de indicações em uma mesma edição desde que o prêmio foi criado, em 2010, pela Associação Latino-Americana de Materiais Compósitos (ALMACO). O recorde anterior, obtido pela própria Redelease em 2017, foi de onze indicações.

Este ano, a Redelease apareceu entre as empresas mais votadas nas seguintes categorias: “Resina Poliéster”, “Resina Epóxi”, “Resina Éster-Vinílica”, “Resina de Poliuretano”, “Fibras de Vidro”, “Fibras de Carbono”, “Adesivos”, “Catalisadores”, “Desmoldante”, “Aditivo”, “Distribuidor”, “Inovação” e “Indústria de Compósitos”.

Sobre a Redelease

Fundada em 1990, a Redelease mantém unidades próprias em Barueri (matriz), São Paulo, Campinas, Sorocaba e São José do Rio Preto, além de seis unidades licenciadas (Redecenter). Seu portfólio é formado por mais de mil itens, entre eles, resinas poliéster e éster-vinílicas (Ashland); fibras de vidro (Owens Corning); adesivos estruturais (LORD), desmoldantes semipermanentes (Redelease-Marbocote e Ycon), resinas fenólicas e peróxidos orgânicos (AkzoNobel) e tintas de alta performance (Lechler). Para mais informações, acesse www.redelease.com.br.

 

FONTE: SLEA COMUNICAÇÃO

 

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08 nov 2018

Setor de compósitos conhece os vencedores do Top of Mind


Cerimônia de premiação aconteceu segunda-feira, em São Paulo

Os representantes das principais empresas do setor brasileiro de compósitos participaram no dia 05 de novembro, no Rubaiyat Faria Lima, em São Paulo, da cerimônia de premiação do Top of Mind da Indústria de Compósitos. Promovido pela Associação Latino-Americana de Materiais Compósitos (ALMACO) desde 2010, o Top of Mind é o principal prêmio da cadeia produtiva desse tipo de plástico de alta performance.

A edição deste ano computou cerca de cinco mil votos, distribuídos em 26 categorias – a Destaque Business Research foi a empresa responsável pela pesquisa.

Confira, a seguir, a relação dos vencedores e os percentuais de votos obtidos por cada um.

Resina Poliéster: Ashland (28,29%)
Resina Epóxi: Redelease (17,8%)
Resina Éster-Vinílica: Ashland (37,7%)

Resina de Poliuretano: Purcom (29,1%)

Fibras de vidro: Owens Corning (56,4%)

Fibras de carbono: Texiglass (27,2%)

Adesivos: Lord (48,9%)

Catalisadores: Polinox (26,2%)

Gelcoat: Morquímica (23,2%)

Composto de moldagem: A. Schulman (18,24%)

Desmoldante: Redelease (34,3%)

Aditivo: BYK (41,6%)

Processos manuais (spray-up e hand lay-up): Marcopolo (17,71%)

RTM: Tecnofibras (13,1%)

SMC: Tecnofibras (20%)

BMC: A. Schulman (34,8%)

Pultrusão: Cogumelo (22,4%)

Infusão: Barracuda (17,58%)

Enrolamento Filamentar: Petrofisa (13,37%)

Laminação contínua: Fibralit (34,9%)

Fabricante de moldes: Bruno Moldes (20,95%)

Fabricante de tecidos de reforços: Texiglass (28,13%)

Equipamentos: Fibermaq (45,73%)

Distribuidor: Redelease (42,63%)

Inovação: Lord (12,4%)

Indústria de compósitos: Redelease (13,8%)

Resultantes da combinação entre polímeros e reforços – por exemplo, fibras de vidro –, os compósitos são conhecidos pelos elevados índices de resistência mecânica e química, bem como pela versatilidade. Há mais de 50 mil aplicações catalogadas em todo o mundo, de tanques, tubos e pás eólicas a peças de barcos, ônibus e aviões.

Fundada em 1981, a ALMACO tem como missão representar, promover e fortalecer o desenvolvimento sustentável do mercado de compósitos. Com administração central no Brasil e sedes regionais no Chile, Argentina e Colômbia, a ALMACO tem cerca de 400 associados (empresas, entidades e estudantes) e mantém, em conjunto com o Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT), o Centro de Tecnologia em Compósitos (CETECOM), o maior do gênero na América Latina.

Para mais informações, acesse www.almaco.org.br

 

FONTE: SLEA COMUNICAÇÃO

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08 nov 2018

Ashland conquista Top of Mind da Indústria de Compósitos


Empresa foi a mais votada nas categorias “Resina Poliéster” e “Resina Éster-Vinílica”

Na última segunda-feira (05), em São Paulo, a Ashland foi eleita pela quinta vez consecutiva Top of Mind da Indústria de Compósitos nas categorias “Resina Poliéster” e “Resina Éster-Vinílica”.

Organizado pela Associação Latino-Americana de Materiais Compósitos (ALMACO), o Top of Mind é a principal premiação do setor de compósitos, um tipo de plástico de alto desempenho – é largamente consumido pelos setores de construção, transporte, químico, eólico e náutico, entre outros.

“É sempre muito gratificante conquistar o Top of Mind, pois a premiação leva em conta a percepção de toda a cadeia produtiva. Também é uma excelente oportunidade para reforçarmos o nosso comprometimento com o mercado brasileiro de compósitos e com a perenidade da nossa operação no país”, afirma Fábio Sanches, gerente comercial de compósitos, intermediários e solventes da Ashland na América Latina.

Com fábrica em Araçariguama (SP) e distribuidores oficiais em todas as regiões do país, a Ashland fornece no Brasil as resinas poliéster Aropol™ e Arotran™, referências globais em polímeros termofixos – esta última é mais voltada às aplicações em sistemas de prensagem de materiais (SMC e BMC).

A Ashland também abastece o mercado com a resina éster-vinílica Derakane™, sinônimo de proteção contra a corrosão para a grande maioria dos moldadores de compósitos de todo o mundo – completou 50 anos em 2015. As resinas Derakane™ são empregadas na fabricação de tubos, equipamentos, peças e revestimentos de plantas de papel e celulose, usinas de álcool e açúcar, fábricas de produtos químicos e plataformas offshore, entre outros ambientes quimicamente agressivos.

 

Para mais informações, acesse www.ashland.com

 

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FONTE: SLEA COMUNICAÇÃO

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