23 nov 2017

Redelease quebra o recorde de indicações no Top of Mind

Distribuidora está entre as mais votadas em onze categorias na premiação do setor de compósitos

Uma das principais distribuidoras de especialidades químicas do Brasil, a Redelease é finalista em onze categorias no Top of Mind da Indústria de Compósitos. Trata-se do maior número de indicações em uma mesma edição desde que o prêmio foi criado, em 2010, pela Associação Latino-Americana de Materiais Compósitos (ALMACO). O recorde anterior, obtido pela própria Redelease em 2015, foi de oito indicações.
Este ano, a Redelease está entre as empresas mais votadas nas seguintes categorias: “Resina Epóxi”, “Resina Éster-Vinílica”, “Fibras de Carbono”, “Adesivos”, “Catalisadores”, “Desmoldante”, “Aditivo”, “Distribuidor”, “Inovação”, “Indústria de Compósitos” e “Resina de Poliuretano”.
Fundada em 1990, a Redelease mantém unidades próprias em Barueri (matriz), São Paulo, Campinas, Sorocaba e São José do Rio Preto, além de seis unidades licenciadas, denominadas Redecenter. Também administra o maior e-commerce de produtos para a moldagem de compósitos do Brasil.
Seu portfólio é formado por mais de mil itens, entre eles, resinas poliéster e éster-vinílicas (Ashland); fibras de vidro (Owens Corning); adesivos estruturais (LORD), desmoldantes semipermanentes (Marbocote e Ycon), resinas fenólicas e peróxidos orgânicos (AkzoNobel) e tintas de alta performance (Lechler).

Para mais informações, acesse www.redelease.com.br.

Fonte: SLEA Comunicação

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23 nov 2017

Polinox concorre ao quinto título de Top of Mind da Indústria de Compósitos

Empresa é a maior fabricante latino-americana de catalisadores

A Polinox é finalista do Top of Mind da Indústria de Compósitos 2017 na categoria “Catalisadores”. Em caso de vitória, será o quinto troféu que a empresa levará para Itupeva (SP), onde opera o maior complexo para produção de catalisadores da América Latina – são matérias-primas dos compósitos, um tipo de plástico de alto desempenho.
Organizado pela Associação Latino-Americana de Materiais Compósitos (ALMACO), o Top of Mind é o principal prêmio do setor. Os vencedores da edição deste ano só serão conhecidos no dia 07/12, durante a cerimônia que acontecerá no Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT), em São Paulo (SP).
Líder em catalisadores da região, a Polinox conta com capacidade para a produção de 360 toneladas/mês de Brasnox®, Perbenzox® e Tecnox Super®, entre outros produtos. Ao todo, são mais de 40 tipos de catalisadores – MEKP, BPO, AAP, TBPB, CHP e blendas – indicados para as tecnologias de moldagem aberta e fechada de compósitos, do tradicional processo de spray-up usado na fabricação de caixas d´água e piscinas até a complexa infusão de cascos de embarcações e pás eólicas.
Hoje em dia, a Polinox atende a mais de duas mil empresas, entre elas, as líderes dos setores de construção, transporte, infraestrutura, corrosão e náutico. Fundada em 1960, a Polinox é a única empresa 100% brasileira do seu segmento a dispor de sistemas de gestão baseados em normas internacionais, como ISO 9001 e ISO 14001.

Para mais informações, acesse www.polinox.com.br

Fonte: SLEA Comunicação

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23 nov 2017

LORD é finalista do Top of Mind da Indústria de Compósitos

Empresa está entre as mais votadas nas categorias “Adesivos” e “Inovação”

Referência em adesivos estruturais, a LORD, subsidiária local da norte-americana LORD Corporation, é finalista do Top of Mind da Indústria de Compósitos nas categorias “Adesivos” e “Inovação”.
Criado pela Associação Latino-Americana de Materiais Compósitos (ALMACO), o Top of Mind é a principal premiação do setor brasileiro de compósitos, um tipo de plástico de alto desempenho. Este ano, a LORD busca o sexto título em “Adesivos” e o primeiro em “Inovação” – nesta última categoria, a empresa também foi uma das mais votadas nas edições 2014, 2015 e 2016.
Os vencedores só serão conhecidos durante a cerimônia de entrega dos troféus, agendada para o dia 07/12, às 20h, no Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT), em São Paulo (SP).
No país desde 1972 – opera uma unidade industrial em Jundiaí (SP) –, a LORD participa dos principais projetos que envolvem o uso de materiais compósitos nos setores de transporte e náutico, entre outros.
Fundada em 1924 e com matriz em Cary (EUA), a LORD Corporation também desenvolve sistemas de controle de vibração e ruído e tecnologias de sensoriamento para os mercados automotivo, aeroespacial e defesa, óleo/gás e industrial.

Para mais informações, acesse www.lord.com

Fonte: SLEA Comunicação

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23 nov 2017

Fibermaq concorre ao sexto título de Top of Mind da Indústria de Compósitos

Empresa é a maior fabricante brasileira de equipamentos para a moldagem desse tipo de plástico

A Fibermaq, líder brasileira em equipamentos para a moldagem de compósitos, está entre as finalistas do Top of Mind da Indústria de Compósitos na categoria “Equipamentos”. Em caso de vitória, será o seu sexto título consecutivo – a empresa venceu todas as edições desde que a categoria “Equipamentos” foi criada.
Principal prêmio do setor de compósitos, o Top of Mind é organizado anualmente pela Associação Latino-Americana de Materiais Compósitos (ALMACO). Os vencedores da edição de 2017 só serão conhecidos no dia 07/12, durante a cerimônia de premiação que acontecerá no Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT), em São Paulo (SP).
Fundada em 1978, na cidade de São Paulo, a Fibermaq é pioneira na fabricação de máquinas e acessórios para a moldagem de compósitos, epóxi e adesivos em geral. Ao longo desse período, mais de 5.000 laminadoras, gelcoateadeiras, injetoras de RTM e máquinas de enrolamento filamentar, entre outras, foram comercializadas pela empresa no Brasil e em toda a América Latina.

Para mais informações, acesse www.fibermaq.com.br

Fonte: SLEA Comunicação

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23 nov 2017

Pelo segundo ano consecutivo, Dilutec é finalista do Top of Mind da Indústria de Compósitos

Empresa está concorrendo na categoria “Gelcoat”

A Dilutec é finalista do Top of Mind da Indústria de Compósitos. Pelo segundo ano consecutivo, a empresa está entre as mais votadas na categoria gelcoat, nome da combinação de resinas e pigmentos que dá cor às peças de compósitos – um tipo de plástico de alto desempenho.
“Somos uma empresa 100% nacional, fabricamos gelcoat há bem menos tempo do que os nossos concorrentes e, mesmo assim, estamos novamente entre os mais lembrados desse segmento”, afirma Evair Tozzi, diretor da Dilutec.
Fundada em 1995, na cidade de Piracicaba (SP), a Dilutec iniciou as suas atividades como fabricante de thinner, negócio que exerce até hoje. Depois de quase dez anos, lembra Tozzi, a empresa decidiu disputar uma fatia do mercado de gelcoat.
“Desde então, buscamos nos diferenciar por meio da fabricação de produtos sob medida”. Hoje, a Dilutec está entre as líderes do seu segmento, opera uma fábrica de ponta em Senador Canedo (GO) e conta com um portfólio formado por mais de 300 itens, o maior do gênero no Brasil – entre eles, destaque para o gelcoat Colorgel® Effect, que garante acabamento metalizado ou perolizado às peças.
Além de produzir gelcoat e thinner, a Dilutec é distribuidora das resinas da Ashland na Região Centro-Oeste e dos equipamentos para a moldagem de compósitos da BÜFAtec Spain na América Latina.
Principal prêmio do setor de compósitos, o Top of Mind é organizado anualmente pela Associação Latino-Americana de Materiais Compósitos (ALMACO). Os vencedores da edição deste ano só serão conhecidos na cerimônia de entrega dos troféus, agendada para o dia 07/12, no Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT), em São Paulo.

Para mais informações, acesse www.dilutec.com.br

Fonte: SLEA Comunicação

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23 nov 2017

Ashland é finalista do Top of Mind da Indústria de Compósitos 2017

Empresa está entre as mais votadas nas categorias “Resina Poliéster” e “Resina Éster-Vinílica”

A Ashland, líder global em especialidades químicas, é finalista do Top of Mind da Indústria de Compósitos nas categorias “Resina Poliéster” e “Resina Éster-Vinílica”. A empresa foi a vencedora de ambas as categorias nas últimas três edições da premiação.
Organizado pela Associação Latino-Americana de Materiais Compósitos (ALMACO), o Top of Mind é a principal premiação do setor de compósitos – um tipo de plástico de alta performance. Os ganhadores deste ano só serão conhecidos na cerimônia de entrega dos troféus, que acontecerá no dia 07/12, no Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT), em São Paulo (SP).
Com fábrica em Araçariguama (SP) e distribuidores oficiais em todas as regiões do país, a Ashland fornece no Brasil as resinas poliéster Aropol™ e Arotran™, referências globais em polímeros termofixos – esta última é mais voltada às aplicações em sistemas de prensagem de materiais (SMC e BMC).
A Ashland também abastece o mercado com a resina éster-vinílica Derakane™, sinônimo de proteção contra a corrosão para a grande maioria dos moldadores de compósitos de todo o mundo – completou 50 anos em 2015. As resinas Derakane™ são empregadas na fabricação de tubos, equipamentos, peças e revestimentos de plantas de papel e celulose, usinas de álcool e açúcar, fábricas de produtos químicos e plataformas offshore, entre outros ambientes quimicamente agressivos.

Para mais informações, acesse www.ashland.com

® Registered trademark, Ashland or its subsidiaries, registered in various countries
™ Trademark, Ashland or its subsidiaries, registered in various countries

Fonte: SLEA Comunicação

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23 nov 2017

Mercado de compósitos conhece os finalistas do Top of Mind 2017

Cerimônia de premiação acontecerá no dia 07/12, em São Paulo

Concluídas as pesquisas feitas pela Destaque Business Research, o mercado brasileiro de compósitos conhece agora os finalistas do Top of Mind da Indústria de Compósitos. Foram computados mais de cinco mil votos, distribuídos em 26 categorias – a novidade deste ano ficou por conta da inclusão da categoria “Poliuretano”.
Organizado desde 2010 pela Associação Latino-Americana de Materiais Compósitos (ALMACO), o Top of Mind é o principal prêmio da cadeia produtiva desse material, um tipo de plástico de alta performance presente em mais de 50 mil aplicações nos setores de construção civil, transporte, energia eólica, químico e náutico, entre outros.
Os vencedores só serão conhecidos na cerimônia de premiação, que acontecerá no dia 07/12, às 20h, no Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT), em São Paulo.

Confira, a seguir, os finalistas do Top of Mind da Indústria de Compósitos 2017:

Resina Poliéster: Ashland – Elekeiroz – Novapol
Resina Epóxi: Huntsman – Maxepoxi – Redelease
Resina Éster-Vinílica: Ashland – Redelease – Reichhold
Resina de Poliuretano: Purcom – Redelease – Univar
Fibras de vidro: CPIC – Jushi – Owens Corning
Fibras de carbono: Redelease – Texiglass – Toho Tenax
Adesivos: 3M – Lord – Redelease
Catalisadores: AkzoNobel – Polinox – Redelease
Gelcoat: Dilutec – Morquímica – Reichhold
Composto de moldagem: A. Schulman – FB MIX – Tecnofibras
Desmoldante: Chem-Trend – Redelease – VI Fiberglass
Aditivo: BYK – Polystell – Redelease – VI Fiberglass
Processos manuais (spray-up e hand lay-up): Fiacbras – Fortlev – Marcopolo – Tecnofibras
RTM: Marcopolo – MVC – Tecnofibras
SMC: A. Schulman – Novapol – Tecnofibras
BMC: A. Schulman – Engefuse – FB Mix
Pultrusão: A. Schulman – Cogumelo – Stabilit-MVC – Stratus
Infusão: Barracuda – MVC – Composites VCI do Brasil
Enrolamento Filamentar: Edra do Brasil – Petrofisa – Tecniplas
Laminação contínua: Fibralit – MVC – Vetroresinas
Fabricante de moldes: AJB Souza – Bruno Moldes – Desafio Moldes
Fabricante de tecidos de reforços: Fibertex – Owens Corning – Texiglass
Equipamentos: Abcol – Fibermaq – Transtécnica
Distribuidor: Diprofiber – Redelease – VI Fiberglass
Inovação: Lord – MVC – Redelease
Indústria de compósitos: MVC – Owens Corning – Redelease

Resultantes da combinação entre polímeros e reforços – por exemplo, fibras de vidro –, os compósitos são conhecidos pelos elevados índices de resistência mecânica e química, bem como pela versatilidade. Há mais de 50 mil aplicações catalogadas em todo o mundo, de tanques, tubos e pás eólicas a peças de barcos, ônibus e aviões.

Fundada em 1981, a ALMACO tem como missão representar, promover e fortalecer o desenvolvimento sustentável do mercado de compósitos. Com administração central no Brasil e sedes regionais no Chile, Argentina e Colômbia, a ALMACO tem cerca de 400 associados (empresas, entidades e estudantes) e mantém, em conjunto com o Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT), o Centro de Tecnologia em Compósitos (CETECOM), o maior do gênero na América Latina.

Para mais informações, acesse www.almaco.org.br

Fonte: SLEA Comunicação

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09 nov 2017

Por que é difícil depender de catalisador importado

Produto enfrenta dezenas de barreiras até chegar ao seu destino final

Catalisador é um produto de classe de risco 5, segundo a classificação da ONU. Resultado: dezenas de obstáculos precisam ser superados quando o assunto é o transporte das “bombonas”, como são conhecidas as embalagens usadas no seu acondicionamento. Isso limita o raio de ação de empresas que exportam catalisadores e, em decorrência, dificulta a vida de quem depende do produto importado.
Com a palavra, Rodrigo Steffanoni, executivo de vendas da Task Logistics, empresa especializada em transporte internacional de cargas nos modais aéreo, marítimo e rodoviário. “Primeiro, há uma enorme burocracia para conseguir liberar a documentação de produtos como os catalisadores. As autoridades alfandegárias exigem, pelo menos, 48 horas para dar o aval, mas nem sempre isso acontece, muitas vezes por causa de uma mínima diferença em relação ao texto original da fatura. A seguir, ficamos na dependência do embarque do material. Por ser considerado perigoso, é preterido por itens perecíveis e outros que não apresentam qualquer risco. E, quando tudo está certo, falta ainda a aprovação do comandante do navio. Não é raro ele se recusar a levar o produto, por mais que todas as exigências tenham sido cumpridas”, descreve.
Depois disso tudo, ao desembarcar no seu destino, o catalisador passa por mais uma batelada de checagens, o que, sobretudo num país marcado por gargalos estruturais como o Brasil, representa dias e dias de espera em que o material fica preso no porto. “Imagine um catalisador fabricado na China. Até chegar aqui, são 45 dias no navio. Somado ao tempo de espera no porto e ao trajeto rodoviário, ele já perdeu uma parte do seu shelf life. E esse problema é agravado pelo fato de os catalisadores serem produtos químicos instáveis, cujo desempenho é radicalmente afetado por problemas de transporte e armazenagem”, observa Sérgio Andrade, gerente industrial da Polinox, maior fabricante latino-americana de catalisadores – opera uma planta em Itupeva (SP).
A Polinox dispõe atualmente de capacidade para a produzir 360 toneladas/mês dos catalisadores Brasnox®, Perbenzox® e Tecnox Super®, entre outros produtos. Ao todo, são mais de 40 tipos – MEKP, BPO, AAP, TBPB, CHP e blendas – indicados para as tecnologias de moldagem aberta e fechada de compósitos, do tradicional processo de spray-up usado na fabricação de caixas d´água e piscinas até a complexa infusão de cascos de embarcações e pás eólicas.
Hoje em dia, a Polinox atende a mais de duas mil empresas, entre elas, as líderes dos setores de construção, transporte, infraestrutura, corrosão e náutico. Fundada em 1960, a Polinox é a única empresa 100% brasileira do seu segmento a dispor de sistemas de gestão baseados em normas internacionais, como ISO 9001 e ISO 14001.
Em 2016, a Polinox foi eleita pela quarta vez Top of Mind da Indústria de Compósitos na categoria “Catalisadores”. Organizado pela Associação Latino-Americana de Materiais Compósitos (ALMACO), o Top of Mind é o principal prêmio do setor.

Para mais informações, acesse www.polinox.com.br

Fonte: SLEA Comunicação

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09 nov 2017

Fibermaq lança equipamento compacto para a aplicação de gelcoat

Gel Tanque substitui as pistolas de pintura com caneco invertido

Líder brasileira em máquinas para a moldagem de compósitos – um tipo de plástico de alta performance –, a Fibermaq anuncia o lançamento da Gel Tanque, equipamento compacto destinado à aplicação externa e simultânea de gelcoat e catalisador.
A novidade é ideal para os fabricantes de peças de compósitos que ainda utilizam pistolas de pintura com caneco invertido, cuja capacidade é de apenas 500 ml. A Gel Tanque, por sua vez, conta com um reservatório de pressão de aço inox que armazena até 15 l de gelcoat.
“Além de não ter que parar o serviço constantemente para reabastecer a pistola, ao usar a Gel Tanque o moldador não sofrerá mais com problemas de entupimento, pois a mistura entre o gelcoat e o catalisador acontece externamente. O equipamento também elimina as despesas com o thinner usado para a limpeza da pistola a cada interrupção do serviço”, explica Christian de Andrade, diretor da Fibermaq.
Com bico de 4 mm, a Gel Tanque acompanha um reservatório de 200 ml de catalisador, uma pistola bastante ergonômica – pesa apenas 737 g – e um carrinho de transporte. Tem preço a partir de R$ 4,5 mil e sua compra pode ser financiada com o cartão BNDES.
Fundada em 1978, na cidade de São Paulo, a Fibermaq é pioneira na fabricação de máquinas e acessórios para a moldagem de compósitos, epóxi e adesivos em geral. Ao longo desse período, mais de 5.000 laminadoras, gelcoateadeiras, injetoras de RTM e máquinas de enrolamento filamentar, entre outras, foram comercializadas pela empresa no Brasil e em toda a América Latina.
Ano passado, a Fibermaq foi eleita pela quinta vez consecutiva Top of Mind da Indústria de Compósitos na categoria “Equipamentos”. Organizado pela Associação Latino-Americana de Materiais Compósitos (ALMACO), o Top of Mind é o principal prêmio do setor.

Para mais informações, acesse www.fibermaq.com.br

Fonte: SLEA Comunicação

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09 nov 2017

Carro elétrico da USP em São Carlos pode cruzar o País com R$ 5

Há mais de dez anos, uma oficina, no campus da USP em São Carlos, constrói veículos de alta eficiência energética. São pequenos carros feitos para percorrer o máximo de quilômetros gastando o mínimo de energia possível. Essa é a EESCuderia Mileage, equipe formada por 34 alunos da USP, a maioria da Escola de Engenharia de São Carlos (EESC).

Foi de lá que saiu o Faísca, carro elétrico que alcançou o recorde nacional em eficiência energética no ano de 2013. Uma conquista que ainda não foi superada por nenhum outro veículo do País, mas que a própria equipe pode ultrapassar.

Com vista na Shell Eco-marathon Brasil, versão nacional da competição que existe desde 1985 nos Estados Unidos, a equipe preparou um modelo sucessor ao Faísca: o Venturo, adjetivo que faz alusão ao futuro e que também representa a nova etapa de um time que se reinventou.

Segundo os cálculos dos alunos, com apenas R$ 5, o Venturo poderia cruzar o Brasil de Norte a Sul. Isso, claro, só na teoria. Para ser usado nas ruas das cidades, o veículo precisaria ser equipado e adaptado às leis de trânsito brasileiras.

Com 24 quilos, uma vantagem competitiva do Venturo é ser um carro leve. Diferente do Faísca, que tinha uma estrutura única (chamada monocoque), o novo carro é dividido entre a carenagem, estrutura que recobre o veículo, e um chassi econômico, que une a base do carro ao banco do piloto em uma única peça. Isso confere mais leveza e aumenta sua eficiência energética.

As mudanças foram feitas para que o Venturo pudesse se adequar melhor aos padrões exigidos nas competições, sanando algumas deficiências mecânicas que o antigo carro apresentava. “O Faísca é nossa história, com ele conseguimos atingir o recorde brasileiro, mas a ideia do Venturo, do ‘futuro’, é exatamente progredir e inovar além dele”, diz Hermano Esch, presidente da Mileage e estudante de Engenharia Mecânica.

“Nossa ideia é formar engenheiros melhores, ou seja, todo mundo tem oportunidade de trabalhar e poder idealizar um pouco do carro para podermos tomar decisões em conjunto”, explica o estudante.

O veículo, movido a energia elétrica, consegue rodar durante uma hora e meia com uma velocidade média de 40 km/h. Recarregar não é problema: basta usar um cabo para ligá-lo a uma tomada de 110 ou 220 volts.

Mais do que competidores

Era 2008 quando a EESCuderia Mileage participou pela primeira vez da Maratona Nacional de Eficiência Energética, competição que reúne equipes universitárias de todo o Brasil. Cinco anos depois, a equipe não só conquistou o primeiro lugar na maratona, com o carro Faísca, como também atingiu o recorde nacional, que detém até hoje.

Desde 2015, no entanto, a Maratona Nacional deixou de ser realizada, e só agora começa a dar previsão de volta, transformando-se no Grande Prêmio Brasil de Energia Sustentável.

Sem competição para participar, surgiu a oportunidade da Mileage olhar para si mesma, expandindo sua atuação para além do automobilismo. “A equipe passou a se questionar sobre o papel que tinha na sociedade”, lembra o professor Luís Carlos Passarini, orientador do time.

O próprio professor começou a priorizar os esforços para formar uma equipe melhor, que fosse mais engajada com a comunidade e com o desenvolvimento pessoal de cada membro, do que apenas focada na necessidade de ter carros melhores para as competições.

Esse foi um comprometimento também adotado pelos alunos. “A eficiência não está só no carro, ela também está na nossa forma de se organizar e trabalhar. Queremos harmonia com a Universidade”, diz Hermano Esch.

Fruto da nova fase da Mileage foi a criação da Semana de Eficiência Energética, evento organizado pela equipe para discutir soluções sustentáveis para a produção e o consumo de energia, que em outubro realiza sua segunda edição.

Em 2017, o Venturo trouxe a possibilidade de voltarem mais uma vez às pistas. A equipe se prepara para a Shell Eco-marathon Brasil, que desde o ano passado é realizada no Brasil. A competição será entre os dias 6 e 9 de novembro, no Rio de Janeiro.

Mais informações: https://www.facebook.com/eescuderiamileage/

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