Observando a insistente queda no consumo das telhas de compósitos, a ALMACO percebeu que o grande problema desses materiais era a falta de qualidade. Ao longo dos anos, com o aumento de fabricantes de telhas de compósitos, as empresas deixaram de se preocupar com a qualidade de seus produtos e consequentemente o atendimento da norma ABNT NBR 14.115 que específica os requisitos mínimos de qualidade das telhas de compósito como, por exemplo, a espessura mínima recomendada de 0,8mm.

Com um mercado focado apenas em reduzir preço sem cuidar da qualidade produzida gerando redução da participação do mercado e percepção negativa do consumidor sobre o produto, muitos consumidores passaram a substituir o próprio material compósito por polipropileno e PVC (que tem preços inferiores), Por conta dos problemas gerados pelo nicho, a ALMACO formou, em 2009, o Programa ALMACO de Qualidade – PAQ Telhas, no qual uniu as empresas que representam mais de 60% do mercado na época.

Para o desenvolvimento do programa, a associação coletou os produtos de lojas de material de construção para análise e as encaminhou para o Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT), do Laboratório de Processos Químicos e Tecnologia de Partículas (LPP), que foi contratado como órgão independente para analisar os dados. Ao final dos testes, a entidade ofereceu aos aprovados o Selo de Qualidade ALMACO, que se estabeleceu no mercado de construção como um diferencial competitivo.

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